Dra Eleanor Luzes

Médica PHD pela UFRJ

 

Eleanor Madruga Luzes é médica, psiquiatra, analista junguiana há 31 anos, trabalhou durante três anos em obstetrícia, foi professora primária.Tem mestrado em Psicologia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é doutora pelo Instituto de Psicologia da mesma universidade, com a tese de doutorado sobre a “Necessidade do Ensino da Ciência do Início da Vida” nas escolas do segundo e terceiro graus.

Eleanor Luzes é membro da Association for Prenatal and Perinatal Psychology and Health (APPPAH), organização que existe há mais 27 anos, e da Rede Nacional do Parto Humanizado (Rehuna), organização ativa desde 1993. Membro colaboradora do LISE (Laboratório do Imaginário Social e Educação) do Instituto de Educação do Instituto de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ministra cursos em módulos sobre sua tese para a formação de multiplicadores que atuem junto a comunidades de jovens em âmbito nacional e internacional, neste ano de 2012 falou no TED – Rio +20, na ANEP pela terceira vez, falando sobre Psicohistória do Parto. No ano anterior Concepção Consciente e Gestação Consciente. Em fevereiro de 2010 apresentou conferencia sobre Aleitamento Materno na The Mid-Atalntic Conference on Birth And Primal Health Research, nas Ilhas Canárias, Espanha. Em outubro de 2011 fez uma série de conferências sobre Ciência do Início da Vida em Santiago do Chile. Em abril de 2012 falou no TED Rio + 20. Em outubro de 2012, fez um circuito pela Argentina sobre Ciência do Início da Vida: Buenos Aires organizado pelo Editorial Creávida e em Zapala foi quem ministrou o Curso de Ciência do Início da Vida no Ciclo de Palestras:  Nacer y Crecer em Plenitud organizadas pela Red Bienvenida Vida. E em Bolson e Esquel participou de um ciclo de palestras sobre Ciência do Início da Vida com transmissões radiofônicas e entrevistas televisas organizadas pelo grupo Acunando el Renacer. Ministrou em outubro de 2012 palestra de Ciência do Início da Vida em teleconferência para a PUC de Goiânia. Tem participado de documentários sobre o tema nacionais e internacionais. Sócia benemérita da ANEP (Associação Nacional para Educação Pré-natal), ligada a OMAEP Organização Mundial de Associações de Educação Pré-natal e Peri-natal, Órgão Consultor da ONU, participou da conferência na Rio + 20. Professora no curso de Formação Holística de Base e das terapias Naturais na UNIPAZ. Em novembro deste ano esteve dando workshop de Ciência do Início da Vida, e  curso de multiplicadores desta ciência em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no evento “Nascer em Plenitude para um Mundo Livre de Violência.” Participou do primeiro trabalho de formação de Multiplicadores de Ciência do Início da Vida promovido por várias prefeituras de Santa Catarina, para funcionários da área de saúde e educação em 30 de agosto de 2013, primeiro evento deste porte no país. Em outubro de 2013 foi uma das autoras do livro lançado pelo O Laboratório do Imaginário Social e Educação – LISE, da Faculdade de Educação / UFRJ, o livro “Educação, violência e contemporaneidade”.

Médica PHD

Eleanor Madruga Luzes

Eleanor Madruga Luzes é médica, psiquiatra, analista junguiana há 31 anos, trabalhou durante três anos em obstetrícia, foi professora primária.Tem mestrado em Psicologia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é doutora pelo Instituto de Psicologia da mesma universidade, com a tese de doutorado sobre a “Necessidade do Ensino da Ciência do Início da Vida” nas escolas do segundo e terceiro graus. Esta matéria é inédita e transdisciplinar, reúne arte, ciência e religião sobre os cinco tópicos: concepção consciente, gestação com cuidados de alimentação e imaginação da mãe, parto natural, aleitamento por, no mínimo, nove meses e a mãe próxima à criança pelos três primeiros anos de vida.

Há mais de 27 anos, Eleanor vem acompanhando jovens que nasceram sob estas cinco condições e orienta casais para que, conscientemente, concebam e gestem seus filhos. Esta tese é baseada em vasta documentação científica, contendo mais de 2.000 referências bibliográficas e mais de 1.500 páginas, aprovada calorosamente pela comunidade científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em vista dos dados levantados, é de vital importância que a Ciência do Início da Vida torne-se matéria de conhecimento público no maior âmbito possível. Já se conhece a gênese de muitas doenças da vida adulta, do comportamento anti-social, auto-destrutivo e das dependências de drogas. Nos últimos três anos, fóruns internacionais têm clamado pelo surgimento de tal matéria, sendo que, em abril de 2007, em Moscou, o “Manifesto de Moscou”, assinado pela comunidade científica, apontou para a necessidade do ensino de uma ciência que prepare jovens para a maternidade e paternidade conscientes, como a melhor estratégia de prevenção de saúde física, mental e espiritual. Sabe-se que as melhores condições de nascimento são beneficiadas com uma plenitude de vida. Isto implica que a Terra seja habitada por uma nova humanidade fraterna o homo sapiens frater.

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